Quando cobrir o meio ambiente se torna um risco
  • 29.09
  • 2026
  • 11:02
  • Rafaela Sinderski

Liberdade de expressão

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Quando cobrir o meio ambiente se torna um risco

A realização da COP30 em Belém colocou o Brasil, e particularmente a Amazônia, no centro da atenção internacional em 2025. Durante meses, mudanças climáticas, desmatamento, transição energética, povos indígenas e políticas ambientais ocuparam espaço crescente no debate público. A conferência, realizada entre 10 e 21 de novembro, foi a primeira COP sediada na Amazônia e reuniu representantes de 195 países, além de organizações da sociedade civil, povos indígenas e comunidades tradicionais, segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

A maior visibilidade da agenda ambiental, no entanto, também ampliou a exposição de jornalistas e comunicadores que cobriam o tema. Em 2025, o Monitoramento de ataques a jornalistas da Abraji registrou 12 episódios relacionados, em alguma medida, a questões ambientais e climáticas. Embora representem uma parcela limitada do total de casos documentados no ano, sua distribuição temporal é reveladora: nove deles, ou 75%, ocorreram a partir de setembro, quando se intensificaram as mobilizações, os eventos e as disputas narrativas em torno da COP30.


Jonas Pereira/Agência Senado. Fonte: Agência Senado

Essa concentração sugere que a violência acompanhou o aumento da relevância pública da pauta. Quanto mais a cobertura ambiental passou a questionar políticas, obras, cadeias produtivas e formas de ocupação do território, maiores se tornaram as possibilidades de reação contra os profissionais responsáveis por levar essas informações ao público. A COP30 não criou esses conflitos, mas funcionou como um amplificador de tensões que já atravessavam o país.

Os casos mostram também que o risco não ficou restrito a expedições em áreas remotas. Jornalistas foram atacados em uma feira agropecuária, durante manifestações, em eventos oficiais, nas proximidades da COP30, em espaços de trabalho e até por meio de decisões judiciais. O que conecta esses episódios não é apenas o tema “meio ambiente”, mas a existência de interesses políticos e econômicos contrariados pela circulação de informações de interesse público.

Uma cobertura atravessada por disputas de poder

O jornalismo ambiental costuma ser associado à divulgação científica, à conservação da natureza ou à cobertura de desastres. Na prática, porém, frequentemente envolve investigações sobre propriedade da terra, uso de recursos públicos, expansão agropecuária, mineração, infraestrutura, desmatamento, direitos indígenas e atuação de autoridades. Cobrir o meio ambiente significa, muitas vezes, identificar quem lucra com a exploração de determinado território, quem sofre seus impactos e quais instituições permitiram ou deixaram de impedir determinada atividade.

Isso ajuda a explicar por que agentes públicos aparecem de maneira recorrente nos episódios registrados em 2025. Em nove dos 12 casos, autoridades, servidores, forças de segurança ou instituições estatais estiveram diretamente envolvidos na agressão ou desempenharam papel central na restrição imposta ao trabalho jornalístico. O padrão não indica apenas falhas de proteção. Em parte dos episódios, o próprio Estado, por meio de seus agentes ou instituições, tornou-se a origem do constrangimento.

Um dos casos mais emblemáticos ocorreu durante a COP30. O jornalista Wesley Costa, do Grupo Liberal, foi agredido fisicamente pelo prefeito de Parauapebas, Aurélio Goiano (Avante), nas imediações da conferência, enquanto cobria o evento. A violência foi praticada por uma autoridade pública em um espaço institucional de alta visibilidade, cercado por representantes de governos, organizações internacionais, imprensa e sociedade civil.

A localização do ataque torna o episódio especialmente significativo. A conferência projetava uma imagem do Brasil como país disposto a liderar a agenda climática global, mas um jornalista paraense foi agredido por um prefeito do próprio estado-sede enquanto exercia sua profissão. O contraste expõe a distância entre os compromissos assumidos em grandes fóruns e as condições concretas encontradas por profissionais que acompanham o exercício do poder em âmbito local.

A intimidação política também apareceu fora da conferência. Em Paramirim, na Bahia, um advogado e jornalista, assessor jurídico do Jornal O Eco, contestou declarações do prefeito que buscavam desacreditar reportagens sobre a crise hídrica no Vale do Paramirim. Após sua manifestação, ele foi agredido verbal e fisicamente por um servidor da Prefeitura de Érico Cardoso. O exame de corpo de delito confirmou as lesões.

No Amazonas, um jornalista do portal Amazônia Press denunciou ter sido intimidado pelo prefeito de Iranduba, Augusto Ferraz (União Brasil), depois de publicar reportagens baseadas em documentos públicos sobre despesas municipais, incluindo gastos elevados com combustíveis. Segundo o jornalista, o prefeito telefonou e sugeriu que ele “tomasse cuidado” com as matérias. Araújo registrou boletim de ocorrência e procurou o sindicato da categoria por temer por sua segurança e pela de sua família.

Já em Machadinho D’Oeste, Rondônia, um jornalista do portal Machadinho News relatou ameaças, coação e tentativas reiteradas de censura atribuídas a secretários municipais. O episódio mais recente teria ocorrido no supermercado onde o profissional também trabalhava, quando o secretário municipal de Meio Ambiente exigiu a retirada de uma reportagem e proferiu ameaças. O caso mostra como a vulnerabilidade dos comunicadores locais pode ultrapassar o ambiente profissional: a intimidação alcança familiares, fontes de renda e espaços da vida cotidiana.

Em municípios pequenos ou médios, a proximidade entre jornalistas, autoridades e grupos econômicos pode tornar a retaliação mais direta. Profissionais locais raramente contam com equipes de segurança, respaldo jurídico permanente ou possibilidade de se afastar do território. Eles vivem nas mesmas cidades que os agentes sobre os quais publicam e permanecem expostos depois que a repercussão de uma reportagem diminui.

Repressão, controle do território e obstáculos à documentação

Parte dos ataques aconteceu em contextos nos quais o próprio acesso ao espaço se encontrava em disputa. Durante a marcha do Acampamento Terra Livre, em 10 de abril, em Brasília, jornalistas e comunicadores indígenas foram atingidos pela repressão conduzida por forças da Polícia Legislativa do Congresso Nacional e da Polícia Militar do Distrito Federal. Bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral foram utilizadas contra a mobilização, e profissionais que documentavam a marcha também foram atingidos. Equipamentos de trabalho, incluindo drones, tornaram-se alvos da ação.

O episódio combinou dois níveis de violência. O primeiro foi dirigido contra uma mobilização indígena, em um país no qual conflitos pela terra e por recursos naturais continuam expondo povos originários a ameaças. O segundo atingiu quem registrava essa repressão e possibilitaria que ela fosse conhecida fora daquele espaço. Atacar comunicadores e seus equipamentos restringe não apenas o exercício profissional, mas a produção de evidências sobre a atuação estatal.

Em Parauapebas, no Pará, outro jornalista também foi impedido de acompanhar uma ação coletiva. Em 12 de agosto, durante a ocupação da sede administrativa da prefeitura por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, manifestantes quebraram seu crachá, tomaram temporariamente seu celular, danificaram o microfone e o expulsaram do local enquanto ele realizava uma transmissão ao vivo. O caso demonstra que jornalistas podem ser percebidos como adversários por diferentes atores envolvidos em conflitos territoriais, independentemente de sua linha editorial ou do conteúdo que ainda produzirão.


Crédito: Foto: Divulgação/MST

A restrição ao acesso também apareceu na preparação de Belém para a COP30. Em 27 de agosto, um repórter fotográfico brasileiro que prestava serviços para a agência chinesa Xinhua foi detido por guardas portuários enquanto trabalhava na área do Porto de Outeiro, onde eram realizadas obras para receber navios-cruzeiro durante a conferência. Ele foi conduzido à Polícia Federal sob a alegação de ter acessado uma área alfandegária restrita, mas acabou liberado porque não foram identificados indícios de crime.

O episódio evidencia como grandes obras e intervenções urbanas relacionadas a eventos internacionais podem se tornar zonas de acesso controlado, ainda que envolvam recursos públicos, impactos socioambientais e evidente interesse jornalístico. A detenção, mesmo sem responsabilização posterior, interrompeu a cobertura e criou um efeito potencialmente intimidatório para outros profissionais interessados em documentar as transformações da cidade.

Em Cascavel, no Paraná, o risco surgiu em outra escala. Uma repórter e um cinegrafista da Tarobá foram ameaçados por um homem com um pedaço de madeira enquanto preparavam uma reportagem sobre um matagal entre os bairros São Cristóvão e Brasília. A equipe deixou o local para preservar sua segurança. Embora não envolva uma grande disputa econômica ou institucional, o caso recorda que a cobertura ambiental também leva jornalistas a terrenos isolados ou pouco protegidos, nos quais uma situação cotidiana pode rapidamente se converter em ameaça física.

O Judiciário como nova fronteira de restrição

Dois casos registrados em 2025 envolveram a retirada judicial de conteúdos sobre desmatamento, pecuária e ocupação irregular de áreas protegidas. Eles revelam outra dimensão dos riscos da cobertura ambiental: a informação pode ser restringida não apenas por agressões e ameaças, mas também por medidas judiciais que retiram reportagens de circulação e dificultam a defesa dos veículos atingidos.

Em 8 de agosto, uma decisão do Tribunal de Justiça de Rondônia determinou que O Joio e O Trigo retirasse do ar uma reportagem sobre desmatamento e a indústria da carne, publicada em janeiro. O processo foi colocado sob segredo de Justiça, impedindo a divulgação dos nomes das partes envolvidas. Foi a primeira vez, em oito anos de atuação, que o veículo enfrentou uma ação proposta por pessoas citadas em uma de suas reportagens, apesar de ter oferecido espaço para manifestação antes da publicação.

A InfoAmazonia enfrentou situação semelhante. Uma publicação no Instagram que resumia uma investigação sobre o secretário-adjunto de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia, Gilmar Oliveira de Souza, foi bloqueada no Brasil por determinação judicial. A reportagem abordava a venda de uma área dentro da Reserva Extrativista Rio Cautário para a esposa do próprio servidor e apontava indícios de grilagem e fraude em escrituras. O veículo não havia sido citado, não era parte do processo e não conseguia acessar os autos porque a ação tramitava em segredo de Justiça.

Nos dois casos, o sigilo produziu uma assimetria relevante: conteúdos jornalísticos de interesse público foram restringidos enquanto os veículos tinham acesso limitado às razões, às partes e às informações necessárias para contestar a medida. Mesmo quando uma reportagem continua disponível em outro formato, sua retirada de uma plataforma reduz o alcance, dificulta a busca pelo conteúdo e altera as condições de circulação da informação.

A judicialização também pode produzir efeitos que ultrapassam o processo individual. Pequenos veículos especializados precisam deslocar recursos para defesa jurídica e podem passar a avaliar o custo de novas investigações sobre atores com maior capacidade econômica. Assim, a censura ou o assédio judicial não precisam atingir todas as reportagens para serem eficazes: basta elevar o risco associado a determinados temas ou personagens.

Agronegócio, indústria e disputa pela legitimidade

Os ataques de 2025 também mostram que a pressão pode ser exercida publicamente, diante de plateias formadas por agentes políticos e representantes empresariais. Em 3 de setembro, um repórter de O Joio e O Trigo cobria um seminário da Associação Brasileira da Indústria do Fumo durante a Expointer, principal feira agropecuária do Rio Grande do Sul, quando o deputado federal Marcelo Moraes (PL) utilizou seu discurso para atacar o veículo e expor a presença do repórter. O deputado Rafael Pezenti (MDB) também desqualificou o trabalho jornalístico e declarou que não concederia novas entrevistas à organização.

Em 17 de novembro, o mesmo jornalista voltou a ser hostilizado, desta vez durante a Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, em Genebra. Ao questionar a presença não autorizada de representantes do setor e parlamentares ligados à indústria, recebeu ofensas, enquanto uma assessora do SindiTabaco tentou desligar seu gravador.


Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, em Genebra. Crédito: O Joio e O Trigo

A repetição envolvendo o mesmo profissional, a mesma cadeia produtiva e dois espaços distintos mostra que a hostilidade não foi apenas uma reação circunstancial. O objetivo aparente era reduzir a legitimidade do veículo, constranger o repórter diante de suas fontes e limitar sua capacidade de registrar questionamentos. Essa estratégia desloca a discussão do conteúdo da investigação para a credibilidade de quem a realiza.

O mecanismo se conecta a um ambiente mais amplo de disputa informacional. Um estudo publicado em 2026, baseado em entrevistas com 14 jornalistas brasileiros especializados em questões socioambientais, identificou campanhas digitais de hostilidade e desinformação associadas a grupos políticos e a interesses contrários à proteção ambiental. Segundo a pesquisa, esses ataques buscam deslegitimar simultaneamente o jornalismo e o conhecimento científico.

Dom e Bruno

Nenhuma análise sobre os riscos da cobertura ambiental no Brasil está completa sem considerar os assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em junho de 2022, no Vale do Javari, Amazonas. Dom investigava formas de desenvolvimento sustentável na Amazônia e viajava com Bruno, profundo conhecedor da região e dos conflitos envolvendo povos indígenas, pesca ilegal e invasões territoriais. Os dois foram mortos a tiros durante a viagem de apuração.


Foto: Reprodução

O caso tornou visível, em sua forma mais extrema, a sobreposição entre jornalismo, defesa de direitos e controle territorial. Dom e Bruno não estavam cobrindo um fenômeno ambiental abstrato. Eles circulavam por uma área em que atividades ilegais dependiam do isolamento, da fragilidade da presença estatal e do silenciamento de quem documentava os acontecimentos.

Três anos depois, a ausência de julgamento dos nove indiciados pela Polícia Federal ainda era apontada por organizações de liberdade de imprensa. Em agosto de 2025, a Repórteres Sem Fronteiras afirmou que medidas necessárias para fortalecer os mecanismos nacionais de proteção a jornalistas ambientais permaneciam estagnadas. A organização já havia documentado 66 violações da liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal entre junho de 2022 e junho de 2023, incluindo ameaças, assédio e violência física.

Dom e Bruno representam, portanto, mais do que um antecedente trágico. O caso estabeleceu um parâmetro para compreender até onde pode chegar a violência quando a apuração jornalística ameaça economias ilegais e redes locais de poder. Os episódios de 2025 apresentam diferentes níveis de gravidade, mas se desenvolvem no mesmo ambiente estrutural: territórios disputados, interesses pouco transparentes, proteção insuficiente e tentativas de impedir que determinadas informações alcancem o debate público.

O que esperar do período eleitoral de 2026

A proximidade das eleições gerais tende a aumentar esses riscos. Em 4 de outubro de 2026, mais de 158 milhões de eleitores estarão aptos a escolher presidente, governadores, senadores e representantes nos legislativos federal, estaduais e distrital, conforme o Tribunal Superior Eleitoral. Temas ambientais devem aparecer associados a disputas sobre agronegócio, mineração, infraestrutura, licenciamento, demarcação de terras indígenas, exploração de petróleo e responsabilidades pela crise climática.

Nesse contexto, as formas de violência observadas em 2025 podem ganhar intensidade ou novas funções. Autoridades locais podem interpretar reportagens como ameaças eleitorais; grupos econômicos podem ampliar campanhas destinadas a desacreditar veículos especializados; ações judiciais podem ser utilizadas para retirar conteúdos de circulação em momentos decisivos; e comunicadores indígenas ou comunitários podem enfrentar repressão ao documentar mobilizações em territórios disputados.

A redução do desmatamento não elimina essas tensões. Dados oficiais divulgados antes da COP30 mostraram que a área desmatada na Amazônia caiu para aproximadamente 5,8 mil quilômetros quadrados entre agosto de 2024 e julho de 2025, o menor resultado em 11 anos. O Cerrado também apresentou redução, embora tenha perdido mais de 7,2 mil quilômetros quadrados no período – os dados são do Inpe, citados pela Reuters. Ao mesmo tempo, os debates de 2025 sobre mudanças no licenciamento ambiental evidenciaram a permanência de conflitos entre conservação, grandes obras e setores produtivos.

A cobertura eleitoral precisará acompanhar tanto as propostas dos candidatos quanto as redes de interesse que as sustentam. Isso significa investigar financiamento político, promessas de flexibilização regulatória, obras de infraestrutura, cadeias produtivas, conflitos fundiários e a implementação dos compromissos assumidos na COP30. São justamente as pautas que podem provocar reações de autoridades, empresas, movimentos e grupos que controlam economias legais ou ilegais em determinados territórios.

Os dados de 2025 deixam um alerta: a projeção internacional do Brasil na agenda climática não se converte automaticamente em proteção para quem cobre o meio ambiente. Ao contrário, a visibilidade pode aumentar o valor político das informações e tornar mais agressivas as tentativas de controlá-las. Proteger jornalistas ambientais exige protocolos específicos de segurança, apoio jurídico, resposta rápida de autoridades, transparência judicial e mecanismos capazes de alcançar profissionais locais e comunicadores indígenas.

A COP30 mostrou que o meio ambiente ocupa o centro das disputas sobre o futuro econômico e político do país. Os ataques documentados mostram o outro lado dessa centralidade. Quando reportagens revelam quem decide sobre os territórios, quem se beneficia da exploração de recursos e quem suporta seus impactos, a violência contra jornalistas deixa de ser um efeito colateral da cobertura. Ela se torna uma estratégia de poder destinada a limitar aquilo que a sociedade pode conhecer.

Projeto Protegendo Biomas 

Protegendo Biomas é uma iniciativa da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) voltada ao fortalecimento e à proteção de jornalistas que atuam na cobertura ambiental em diferentes regiões do Brasil. Com apoio da UNESCO, por meio do Global Media Defense Fund (GMDF), o projeto visa apoiar profissionais que enfrentam riscos na cobertura ambiental em diferentes biomas brasileiros. A proposta do projeto é criar uma rede de apoio, colaboração e formação para profissionais que enfrentam riscos e desafios específicos em apurações relacionadas ao meio ambiente, conflitos territoriais, povos tradicionais, crimes ambientais, entre outros. O projeto atua a partir de três eixos principais: treinamento, proteção e monitoramento.

Caso esteja enfrentando algum processo judicial ou outra violação da liberdade de imprensa, escreva para [email protected] para receber apoio e orientação. A Abraji também possui um Programa de Proteção Legal para Jornalistas, em que custeia advogados de jornalistas atacados no exercício da profissão. Conheça mais da iniciativa aqui. 

Assinatura Abraji