Como investigar conflitos de interesse no Judiciário?
  • 03.09
  • 2026
  • 22:00
  • Laysa Vitória

Liberdade de expressão

Acesso à Informação

Como investigar conflitos de interesse no Judiciário?

Discutindo casos recentes como as controvérsias envolvendo o Banco Master e a participação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em eventos promovidos por empresas com interesses em julgamento, a atividade “Como investigar conflitos de interesse no Judiciário?” apontou os desafios desse tipo de cobertura. 

A palestra reuniu Weslley Galzo, repórter do Estadão; Malu Gaspar, colunista de O Globo e comentarista da GloboNews; e José Marques, repórter da Folha de S. Paulo. A mediação foi realizada por Sarah Teófilo, conselheira fiscal da Abraji e repórter de O Globo.


Weslley Galzo, repórter de política no Estado de S.Paulo em Brasília. Crédito: Maressa Andrioli / Ateliê Selva

Os  repórteres relataram as dificuldades em escrutinar o Poder Judiciário do país e, com isso, produzir boas coberturas investigativas. Entre as dicas, destacaram a importância de nutrir um vínculo com fontes para fortalecer a forma de negociar novas informações.


Crédito: Maressa Andrioli / Ateliê Selva

Para Malu Gaspar, a cobertura do Poder Judiciário é a parte mais estratégica e sensível da extração de informações: “Trabalhar com esse assunto exige coragem e disposição. Há uma resistência interna no Supremo e no Judiciário, que não querem ser investigados”, explica. “A última caixa preta para um jornalista investigativo abrir.” 

A cobertura completa dessa atividade já está disponível para leitura no site oficial da Redação Laboratorial do Projeto Repórter do Futuro. [Clique neste link]. A iniciativa foi coordenada pela Oboré em parceria com a Abraji, integrada por estudantes, recém-formados e jornalistas.


Acesse a cobertura completa do 21° Congresso aqui

 

O evento online do 21° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo segue disponível até setembro, gratuitamente, com 12 mesas gravadas durante a programação presencial. Quem acompanhar pelo menos 70% da programação online também terá direito ao certificado de participação.

Inscreva-se para a modalidade online!

 

*Crédito foto de capa: Maressa Andrioli / Ateliê Selva

Assinatura Abraji